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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Incômodos no Final da Gestação

Faltando apenas uns 65 dias para a chegada do bebê os incômodos estão vindo com tudo... São absolutamente normais, no entanto encontrei um artigo que fala dos principais desconfortos e como ameniza-los, vou colocando minhas observações e experiências...


Inchaço nos pés ( Eu tenho e muito já até fiz um post sobre isso)
O crescimento do útero comprime os vasos sanguíneos e congestiona o retorno da circulação dos membros inferiores para o coração, levando a uma dilatação do sistema vascular periférico. Isso faz com que pernas e pés extravasem líquido para a camada subcutânea, provocando inchaços.
Para diminuir os edemas, é importante caminhar, o controle do peso é igualmente recomendável, assim como o uso de meias elásticas, que estimulam a circulação.
Fato: Até agora não houve meio que fizesse meus pés/pernas/mãos e rosto desinchar. No entanto não facilito, trabalho com as pernas apoiadas, durmo com as pernas um pouco elevadas, tomo um medicamento que a GO indicou para a circulação e não há melhora...

Dores nas costas
São inevitáveis e crônicas. À medida que o momento do parto se aproxima, o bebê começa a se encaixar na arcada estrutural da região pélvica e força uma abertura na ligação entre os ossos. A única forma de amenizar a dor é preparar melhor o corpo para essa situação. Como? Dando a ele mais flexibilidade, o que significa fazer fisioterapia e atividades como hidroginástica e mesmo ioga e pilates.
Fato: Comecei a sentir essas dores com bastante intensidade, não há posição confortável, sentada dói, deitada dói e em pé dói também. Não pratico nenhuma das atividades físicas por falta de tempo e disposição.

Dificuldade para dormir
Com a proximidade do parto, encontrar uma posição confortável na hora dormir se torna uma tarefa inglória para a mulher. O barrigão atrapalha o sono e a gestante acaba perdendo um tempo precioso de descanso. A primeira dica dos especialistas é dormir sempre de lado, com um travesseiro entre os joelhos e a barriga bem apoiada na cama, de preferência virada para o lado esquerdo, o que facilita o bombeamento do sangue do coração da mãe para a placenta, evitando o estresse do bebê.
Fato: Dói... até pra dormir dói... Não há posição que ajude... e manter-se a noite toda para o lado esquerdo parece que enverga a coluna... dormir está uma tarefa extremamente complicada, com a barriga para cima dá falta de ar e se virar na cama é uma batalha...  

Azia
O crescimento do volume da placenta eleva o músculo do diafragma e diminui a capacidade de reserva do estômago. Paralelamente, as alterações hormonais da gravidez provocam o relaxamento da válvula que controla a passagem de alimentos entre o esôfago e o estômago. O resultado é o aumento do refluxo do conteúdo estomacal para o esôfago, a famigerada azia. Para evitar essa queimação, a principal dica é comer menos e com mais frequência, o que significa pelo menos seis vezes por dia. É recomendável ainda mastigar muito bem os alimentos, evitar misturar líquido enquanto come e nunca deitar após as refeições. Fuja também de frituras e doces – prefira alimentos frescos e integrais. Se o refluxo noturno for muito intenso, providencie um apoio para permanecer com o corpo reclinado e a cabeça levemente suspensa durante o sono.
Fato: Pelo menos esse desconforto sinto com menos frequência (Graças a Deus), não é sempre, acontece quando como alguma coisa que não cai bem...rs

Câimbras
A ação hormonal e a compressão do sistema vascular por onde retorna o sangue das partes baixas favorecem o surgimento das câimbras, principalmente pela manhã. A dilatação dos vasos periféricos e a diminuição do fluxo sanguíneo comprometem a oxigenação dos músculos das pernas, e isso leva a dormências e câimbras. Além de meias elásticas, os exercícios físicos melhoram o fluxo de sangue.
Fato: Ainda não apresentei nenhum quadro de câimbras, ter tudo também não seria bom. Fica a dica pra quem está sofrendo com esse incômodo.

Falta de ar
Além do estômago, o aumento do tamanho do bebê também comprime o pulmão e reduz a capacidade respiratória da mulher, o que pode levar a eventuais crises de falta de ar. No final da gravidez, o segredo é coordenar a respiração diante de esforços maiores, inspirando e expirando com mais frequência e menos profundidade.
Fato: Só sinto falta de ar quando fico muito tempo deitada de barriga para cima.

Hemorróida
As hemorróidas são varizes no ânus, que podem causar desde coceira e queimação até inchaço e dor. E a dilatação de veias nessa região é mais frequente no final da gestação. Algumas mulheres têm predisposição, anunciada pelas varizes em suas pernas ou nas de sua mãe. Mas a gravidez contribui para o aparecimento de hemorróidas também por motivos anatômicos e hormonais. A compressão circulatória causada pela expansão do útero favorece a dilatação dos vasos, enquanto a descarga hormonal pode levar à prisão de ventre. Essa situação cria dificuldades de evacuação e precipita dilatações vasculares no chamado plexo hemorroidário. Para amenizar seus efeitos, não se deve nunca forçar a evacuação. Também é importante fazer atividade física para melhorar a circulação e se alimentar de forma equilibrada, bebendo bastante líquido e ingerindo produtos ricos em fibras, como vegetais. Em casos mais graves, o médico pode tratar tanto a prisão de ventre como as hemorróidas em si.
Fato: Não fui acometida deste problema na gravidez, acredito ser um dos piores incômodos aqui citados, tudo que mexa com os países baixos é muito desagradável.

Prisão de ventre
É um problema que acompanha a mulher principalmente na reta final da gestação. A descarga hormonal deixa o intestino preguiçoso por causa do relaxamento muscular, o que desfavorece o chamado movimento peristáltico. O crescimento do útero também pode reduzir a velocidade do fluxo do alimento no intestino. O resultado é que as fezes demoram mais até chegarem a seu destino e acabam se ressecando, o que carateriza a prisão de ventre. O segredo para evitá-la é ingerir bastante líquido e alimentos ricos em fibras. O exercício físico também é altamente recomendável.
Fato: Morria de medo de travar tudo na gestação, mas não aconteceu, bebo muita água e como bastante frutas e verduras porque ajuda.

Tontura e sonolência
A compressão provocada pelo útero impede o retorno venoso das partes baixas e os hormônios favorecem a dilatação periférica vascular. Isso derruba a pressão sanguínea e pode causar falta de oxigenação em várias regiões. Se o prejudicado for o sistema nervoso central, a gestante pode sofrer tonturas. Para prevenir essa situação, a recomendação é usar meias elásticas e ingerir muito líquido. Já a sonolência tem a ver também com questões hormonais próprias da gravidez, mas principalmente com a privação das oito horas recomendadas de sono por noite. A dica aqui é fazer o possível para dormir mais, o que inclui atividade física regular.
Fato: Talvez eu não sinta esses sintomas por estar com quadro de pressão alta (eu acho).

Incontinência urinária
No final da gravidez, o útero invade parte do espaço da bexiga e diminui sua capacidade de armazenamento de urina. Resultado: a mulher tende a ir mais freqüentemente ao banheiro e, muitas vezes, nem consegue segurar. Ações hormonais também podem tanto reduzir a capacidade funcional da bexiga como levar à frouxidão muscular na região pélvica, causando uma perda urinária involuntária. Em geral, é um problema que costuma sumir semanas após o parto.
Fato: Eu faço xixi toda hora e isso incomoda demais, uma vontade enorme e quando vai fazer são só umas gotinhas, tive uma leve infecção urinária e já foi tratada, durante a noite faz-se xixi de hora em hora..aff... não é bom...

Parte deste post foi retirado do site http://bebe.abril.com.br/
Achei válido e espero que vocês gostem...

Tenham todos um dia iluminado!

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